Então, leitores, chegando a hora do treinamento sobre Importação Básica, com uso de simuladores de LI e DI, em Londrina, queria compartilhar com vocês minhas impressões pessoais.
Uma turma nova é sempre um novo desafio. Serão algumas carreiras profissionais tocadas pelo que iremos apresentar. Esperamos que de maneira muito positiva.
O que posso dizer é que o material está muito bacana, teremos um dia com muitas atividades, muito dinâmico. E muito trabalho!
Sempre digo que quando nos apresentamos para uma tarefa de aprendizagem, seja como instrutores ou como aprendizes, sempre levamos conosco nossa história, nossas capacidades. E obviamente esperamos sair do evento com algo novo, que ainda não sabíamos ou que não nos havia ocorrido.
Digo sempre, e acredito firmemente nisso, que quem somos é o grande diferencial sobre o que iremos aprender. Como nos dedicamos, como absorvemos informação, como transformamos o que aprendemos em realidade de acordo com nossos interesses.
Há quem entre e saia de um treinamento sem ter sido tocado por esse incrível momento de troca. Eu jamais consegui. Sempre saí melhor, mais capacitada, mais equipada. E é isso que desejo transmitir aos participantes de meus treinamentos.
Que saiam com ferramentas melhores para enfrentar seus desafios.
É o que eu espero. Para todos nós.
Um bom treinamento a todos.
Nos vemos na volta.
Consultoria e Treinamentos para empresas e indivíduos interessados nas oportunidades do mercado internacional, tanto a nível administrativo-operacional como estratégico-financeiro e desenvolvimento de competências específicas para usufruir desses mercados.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
O Brazil cobra do WTO medidas contra flutuação cambial
Sept. 19 (Bloomberg) -- O Brasil está pressionando a WTO (World Trade Organization) para permitir que seus membros protejam suas indústrias dos desequilíbrios causados pela flutuação cambial.
O Ministro das Relações Exteriores diz que as regras de proteção contra práticas desleais datam de quando a maioria das taxas foram fixadas. Mecanismos incluindo anti-dumping e de salvaguarda, bem como direitos de retaliação, necessitam de atualização para lidar com “grandes flutuações nas taxas de cambio” - diz o Ministro.
Enquanto a proposta brasileira apresentada na reunião de Geneva não especifica quais países acredita estar mantendo suas moedas desvalorizadas, o movimento ocorre quando a presidente Dilma intensifica esforços para proteger os fabricantes de importações mais baratas da China, cuja taxa de cambio está atrelada ao dólar norteamericano.
Na semana passada, o governo aumento em 30% a taxa sobre veículos com alto percentual de partes importadas depois do surgimento dos carros fabricados na China.
Os fabricantes da maior economia latino-americana tem sido prejudicados pelo fortalecimento do real em 29% desde o final de 2008, mais que as moedas de todos os 25 maiores mercados emergentes monitorados pela Bloomberg, com exceção do Peso Chileno.
Desde Outubro de 2010 o Brazil também aumentou a taxa no fluxo de capitais e intensificou a compra de dólares para defender o Brasil do que o Ministro da Fazenda Guido Mantega chama de “guerra cambial”.
O real apresenta hoje um ano de baixa, consolidando seu status de pior performance entre as principais moedas esses mes, com as medidas dos governos europeus contra a crise para enfraquecer a moeda.
O real caiu 3.6 por cento, para 1.7976 por dolar contra 1.7331 em 16 de setembro. Em 267 de julho a moeda fechou em 1.5391 por dollar, seu melhor nível desde Janeiro de 1999.
As importações brasileiras cresceram 29% para $ 147 bilhões de dólares nos primeiros 8 meses do ano, enquanto as exportações, empurradas pelo crescimento nos preços das commodities, pulou 32% para $ 167 bilhões de dólares.
A compra de carros importados, o segundo maior item importado pelo Brasil, subiu 45% para $7.4 bilhões no mesmo período. O total de carros importados da china pularam 35% até agora, para $ 21 bilhões.
--Repórteres: Andre Soliani e Adriana Chiarini;
--Editor: Joshua Goodman
- Publicado na Revista Bloomberg Businesswek - tradução livre para o Blog Plantrade.
O Ministro das Relações Exteriores diz que as regras de proteção contra práticas desleais datam de quando a maioria das taxas foram fixadas. Mecanismos incluindo anti-dumping e de salvaguarda, bem como direitos de retaliação, necessitam de atualização para lidar com “grandes flutuações nas taxas de cambio” - diz o Ministro.
Enquanto a proposta brasileira apresentada na reunião de Geneva não especifica quais países acredita estar mantendo suas moedas desvalorizadas, o movimento ocorre quando a presidente Dilma intensifica esforços para proteger os fabricantes de importações mais baratas da China, cuja taxa de cambio está atrelada ao dólar norteamericano.
Na semana passada, o governo aumento em 30% a taxa sobre veículos com alto percentual de partes importadas depois do surgimento dos carros fabricados na China.
Os fabricantes da maior economia latino-americana tem sido prejudicados pelo fortalecimento do real em 29% desde o final de 2008, mais que as moedas de todos os 25 maiores mercados emergentes monitorados pela Bloomberg, com exceção do Peso Chileno.
Desde Outubro de 2010 o Brazil também aumentou a taxa no fluxo de capitais e intensificou a compra de dólares para defender o Brasil do que o Ministro da Fazenda Guido Mantega chama de “guerra cambial”.
O real apresenta hoje um ano de baixa, consolidando seu status de pior performance entre as principais moedas esses mes, com as medidas dos governos europeus contra a crise para enfraquecer a moeda.
O real caiu 3.6 por cento, para 1.7976 por dolar contra 1.7331 em 16 de setembro. Em 267 de julho a moeda fechou em 1.5391 por dollar, seu melhor nível desde Janeiro de 1999.
As importações brasileiras cresceram 29% para $ 147 bilhões de dólares nos primeiros 8 meses do ano, enquanto as exportações, empurradas pelo crescimento nos preços das commodities, pulou 32% para $ 167 bilhões de dólares.
A compra de carros importados, o segundo maior item importado pelo Brasil, subiu 45% para $7.4 bilhões no mesmo período. O total de carros importados da china pularam 35% até agora, para $ 21 bilhões.
--Repórteres: Andre Soliani e Adriana Chiarini;
--Editor: Joshua Goodman
- Publicado na Revista Bloomberg Businesswek - tradução livre para o Blog Plantrade.
sábado, 17 de setembro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)